As crianças do jardim de infância da Escola Básica/ Jardim de Infância São João de Brito e os alunos do 4º ano das Escolas Básicas "O Leão de Arroios" e "Actor Vale" participaram na atividade "Encontro com o cientista" com o cientista Bruno Soares Gonçalves do Instituto de Plasma e Fusão Nuclear e
investigador no Instituto Superior Técnico.
O cientista Bruno Gonçalves contou que quando era criança, tinha o sonho de ser astronauta, mas como tinha medo de voar, tornou-se físico de plasma.
Explicou às crianças que um cientista pode fazer muitas coisas: falar para muitas pessoas, aparecer na televisão, escrever livros e construir máquinas esquisitas. Disse ainda que trabalha numa forma de fazer eletricidade amiga do ambiente, ou seja, em formas sustentáveis de energia elétrica, devido ao facto de infelizmente ainda existirem mil milhões de pessoas do planeta que não têm acesso à eletricidade (somos 8 000 000 000 no planeta). O cientista questionou as crianças se conseguíamos viver sem eletricidade? Explicou às crianças que é possível viver sem eletricidade mas a vida tornar-se-ia muito mais difícil. O cientista questionou as crianças sobre o que é a eletricidade, explicando que são eletrões em movimento nos fios ou cabos e de seguida questionou as crianças como é que esta é produzida. Referiu que o vento, a água, o sol, o gás, o carvão,o vapor de água, produzem-na e as baterias (pequenas ou grandes) armazenam-na. Dando como exemplo, as barragens que armazenam água para a sua produção. A produção de energia eólica faz-se através de aerogeradores.
O cientista trabalha com a Fusão Nuclear, ou seja, com plasma (4.º estado da matéria), que é um fenómeno que acontece a cem milhões de graus centígrados. Explicou que a fusão é a energia das estrelas. As crianças observaram a máquina de fusão nuclear e perceberam que para se fazer ciência é necessário trabalhar em equipa.
Pavilhão do Conhecimento - Centro Ciência Viva
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As crianças do jardim de infância da Escola Básica/ Jardim de Infância São João de Brito e os alunos do 4º ano das Escolas Básicas "O Leão de Arroios" e "Actor Vale" participaram na atividade "Encontro com o cientista" com o cientista Bruno Soares Gonçalves do Instituto de Plasma e Fusão Nuclear e
investigador no Instituto Superior Técnico.
O cientista Bruno Gonçalves contou que quando era criança, tinha o sonho de ser astronauta, mas como tinha medo de voar, tornou-se físico de plasma.
Explicou às crianças que um cientista pode fazer muitas coisas: falar para muitas pessoas, aparecer na televisão, escrever livros e construir máquinas esquisitas. Disse ainda que trabalha numa forma de fazer eletricidade amiga do ambiente, ou seja, em formas sustentáveis de energia elétrica, devido ao facto de infelizmente ainda existirem mil milhões de pessoas do planeta que não têm acesso à eletricidade (somos 8 000 000 000 no planeta). O cientista questionou as crianças se conseguíamos viver sem eletricidade? Explicou às crianças que é possível viver sem eletricidade mas a vida tornar-se-ia muito mais difícil. O cientista questionou as crianças sobre o que é a eletricidade, explicando que são eletrões em movimento nos fios ou cabos e de seguida questionou as crianças como é que esta é produzida. Referiu que o vento, a água, o sol, o gás, o carvão,o vapor de água, produzem-na e as baterias (pequenas ou grandes) armazenam-na. Dando como exemplo, as barragens que armazenam água para a sua produção. A produção de energia eólica faz-se através de aerogeradores.
O cientista trabalha com a Fusão Nuclear, ou seja, com plasma (4.º estado da matéria), que é um fenómeno que acontece a cem milhões de graus centígrados. Explicou que a fusão é a energia das estrelas. As crianças observaram a máquina de fusão nuclear e perceberam que para se fazer ciência é necessário trabalhar em equipa.
As crianças do jardim de infância da Escola Básica/ Jardim de Infância São João de Brito e os alunos do 4º ano das Escolas Básicas "O Leão de Arroios" e "Actor Vale" participaram na atividade "Encontro com o cientista" com o cientista Bruno Soares Gonçalves do Instituto de Plasma e Fusão Nuclear e
investigador no Instituto Superior Técnico.
O cientista Bruno Gonçalves contou que quando era criança, tinha o sonho de ser astronauta, mas como tinha medo de voar, tornou-se físico de plasma.
Explicou às crianças que um cientista pode fazer muitas coisas: falar para muitas pessoas, aparecer na televisão, escrever livros e construir máquinas esquisitas. Disse ainda que trabalha numa forma de fazer eletricidade amiga do ambiente, ou seja, em formas sustentáveis de energia elétrica, devido ao facto de infelizmente ainda existirem mil milhões de pessoas do planeta que não têm acesso à eletricidade (somos 8 000 000 000 no planeta). O cientista questionou as crianças se conseguíamos viver sem eletricidade? Explicou às crianças que é possível viver sem eletricidade mas a vida tornar-se-ia muito mais difícil. O cientista questionou as crianças sobre o que é a eletricidade, explicando que são eletrões em movimento nos fios ou cabos e de seguida questionou as crianças como é que esta é produzida. Referiu que o vento, a água, o sol, o gás, o carvão,o vapor de água, produzem-na e as baterias (pequenas ou grandes) armazenam-na. Dando como exemplo, as barragens que armazenam água para a sua produção. A produção de energia eólica faz-se através de aerogeradores.
O cientista trabalha com a Fusão Nuclear, ou seja, com plasma (4.º estado da matéria), que é um fenómeno que acontece a cem milhões de graus centígrados. Explicou que a fusão é a energia das estrelas. As crianças observaram a máquina de fusão nuclear e perceberam que para se fazer ciência é necessário trabalhar em equipa.
As crianças do jardim de infância da Escola Básica/ Jardim de Infância São João de Brito e os alunos do 4º ano das Escolas Básicas "O Leão de Arroios" e "Actor Vale" participaram na atividade "Encontro com o cientista" com o cientista Bruno Soares Gonçalves do Instituto de Plasma e Fusão Nuclear e
investigador no Instituto Superior Técnico.
O cientista Bruno Gonçalves contou que quando era criança, tinha o sonho de ser astronauta, mas como tinha medo de voar, tornou-se físico de plasma.
Explicou às crianças que um cientista pode fazer muitas coisas: falar para muitas pessoas, aparecer na televisão, escrever livros e construir máquinas esquisitas. Disse ainda que trabalha numa forma de fazer eletricidade amiga do ambiente, ou seja, em formas sustentáveis de energia elétrica, devido ao facto de infelizmente ainda existirem mil milhões de pessoas do planeta que não têm acesso à eletricidade (somos 8 000 000 000 no planeta). O cientista questionou as crianças se conseguíamos viver sem eletricidade? Explicou às crianças que é possível viver sem eletricidade mas a vida tornar-se-ia muito mais difícil. O cientista questionou as crianças sobre o que é a eletricidade, explicando que são eletrões em movimento nos fios ou cabos e de seguida questionou as crianças como é que esta é produzida. Referiu que o vento, a água, o sol, o gás, o carvão,o vapor de água, produzem-na e as baterias (pequenas ou grandes) armazenam-na. Dando como exemplo, as barragens que armazenam água para a sua produção. A produção de energia eólica faz-se através de aerogeradores.
O cientista trabalha com a Fusão Nuclear, ou seja, com plasma (4.º estado da matéria), que é um fenómeno que acontece a cem milhões de graus centígrados. Explicou que a fusão é a energia das estrelas. As crianças observaram a máquina de fusão nuclear e perceberam que para se fazer ciência é necessário trabalhar em equipa.
As crianças do jardim de infância da Escola Básica/ Jardim de Infância São João de Brito e os alunos do 4º ano das Escolas Básicas "O Leão de Arroios" e "Actor Vale" participaram na atividade "Encontro com o cientista" com o cientista Bruno Soares Gonçalves do Instituto de Plasma e Fusão Nuclear e
investigador no Instituto Superior Técnico.
O cientista Bruno Gonçalves contou que quando era criança, tinha o sonho de ser astronauta, mas como tinha medo de voar, tornou-se físico de plasma.
Explicou às crianças que um cientista pode fazer muitas coisas: falar para muitas pessoas, aparecer na televisão, escrever livros e construir máquinas esquisitas. Disse ainda que trabalha numa forma de fazer eletricidade amiga do ambiente, ou seja, em formas sustentáveis de energia elétrica, devido ao facto de infelizmente ainda existirem mil milhões de pessoas do planeta que não têm acesso à eletricidade (somos 8 000 000 000 no planeta). O cientista questionou as crianças se conseguíamos viver sem eletricidade? Explicou às crianças que é possível viver sem eletricidade mas a vida tornar-se-ia muito mais difícil. O cientista questionou as crianças sobre o que é a eletricidade, explicando que são eletrões em movimento nos fios ou cabos e de seguida questionou as crianças como é que esta é produzida. Referiu que o vento, a água, o sol, o gás, o carvão,o vapor de água, produzem-na e as baterias (pequenas ou grandes) armazenam-na. Dando como exemplo, as barragens que armazenam água para a sua produção. A produção de energia eólica faz-se através de aerogeradores.
O cientista trabalha com a Fusão Nuclear, ou seja, com plasma (4.º estado da matéria), que é um fenómeno que acontece a cem milhões de graus centígrados. Explicou que a fusão é a energia das estrelas. As crianças observaram a máquina de fusão nuclear e perceberam que para se fazer ciência é necessário trabalhar em equipa.
As crianças do jardim de infância da Escola Básica/ Jardim de Infância São João de Brito e os alunos do 4º ano das Escolas Básicas "O Leão de Arroios" e "Actor Vale" participaram na atividade "Encontro com o cientista" com o cientista Bruno Soares Gonçalves do Instituto de Plasma e Fusão Nuclear e
investigador no Instituto Superior Técnico.
O cientista Bruno Gonçalves contou que quando era criança, tinha o sonho de ser astronauta, mas como tinha medo de voar, tornou-se físico de plasma.
Explicou às crianças que um cientista pode fazer muitas coisas: falar para muitas pessoas, aparecer na televisão, escrever livros e construir máquinas esquisitas. Disse ainda que trabalha numa forma de fazer eletricidade amiga do ambiente, ou seja, em formas sustentáveis de energia elétrica, devido ao facto de infelizmente ainda existirem mil milhões de pessoas do planeta que não têm acesso à eletricidade (somos 8 000 000 000 no planeta). O cientista questionou as crianças se conseguíamos viver sem eletricidade? Explicou às crianças que é possível viver sem eletricidade mas a vida tornar-se-ia muito mais difícil. O cientista questionou as crianças sobre o que é a eletricidade, explicando que são eletrões em movimento nos fios ou cabos e de seguida questionou as crianças como é que esta é produzida. Referiu que o vento, a água, o sol, o gás, o carvão,o vapor de água, produzem-na e as baterias (pequenas ou grandes) armazenam-na. Dando como exemplo, as barragens que armazenam água para a sua produção. A produção de energia eólica faz-se através de aerogeradores.
O cientista trabalha com a Fusão Nuclear, ou seja, com plasma (4.º estado da matéria), que é um fenómeno que acontece a cem milhões de graus centígrados. Explicou que a fusão é a energia das estrelas. As crianças observaram a máquina de fusão nuclear e perceberam que para se fazer ciência é necessário trabalhar em equipa.
As crianças da educação pré-escolar do jardim de infância da Escola Básica 1/ Jardim de Infância
Santo Condestável e das duas turmas do 4.º ano da Escola Básica do 1º ciclo de Caselas e
Escola Básica 1 / Jardim de Infância Infante D. Henriques participaram na atividade " Encontro
com o cientista" com a investigadora Cláudia Quaresma da Faculdade de Ciências e Tecnologia
da Universidade Nova de Lisboa.
Nesta sessão Cláudia Quaresma explicou às crianças que queria ser cientista porque sempre desejou ajudar as pessoas que têm dificuldades motoras a fazer as tarefas normais do dia-a-dia. A cientista referiu que o primeiro equipamento que fez, foi desenhar e construir um equipamento para medir a posição das vértebras pois muitas pessoas sofrem de dores na região lombar. A cientista explicou igualmente que cria dispositivos e aplicações na área da saúde para ajudar crianças e adultos que têm dificuldades motoras ou não têm membros. Os alunos tiveram a oportunidade de conhecer diversas próteses e dispositivos criados através de modelagem 3D, compreendendo, assim, que a tecnologia pode melhorar o dia a dia de quem tem dificuldades/limitações. Conheceram também diferentes tipos de filamento como o PLA mais rígido, o Filaflex e até tecido humano.
A cientista referiu que os utentes (crianças ou adultos), a sua família em conjunto com a equipa acabam por ajudar a fazer ciência pois cada peça que a equipa da cientista produz, contribui para aperfeiçoar a técnica.
Nesta sessão os alunos aprenderam que através da tecnologia personalizam-se objetos de acordo com as necessidades de cada pessoa que facilitam a utilização de talheres, andar de bicicleta, tocar guitarra ou o uso de material de escrita. A modelagem 3D é cada vez mais utilizada na criação de órgãos para treino de cirurgia e para ensino. Os alunos também puderam ver a impressora 3D a trabalhar, criando uma peça simples, um dedo. No final da sessão as crianças puderam concluir que um cientista pode mudar e melhorar a vida das pessoas.