Pavilhão do Conhecimento - Centro de Ciência Viva

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              PT CV ACV-PT/CV/CV-CF-PT/CV/CV-CF/8-PT/CV/CV-CF/8/4-PT/CV/CV-CF/8/4/265 · Documento composto · 2024-02-29
              Part of Arquivo Ciência Viva

              As crianças da sala verde do Jardim de Infância do Lumiar e os alunos da Escola Básica Santo Amaro e da Escola Básica Viscondessa dos Olivais participaram na atividade "Encontro com o cientista" com o físico José Pedro Mimoso da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa.
              O investigador veio falar sobre a gravidade e das experiências que Galileu Galilei efetuou. Recorrendo a diversos materiais, os alunos tiveram oportunidade de verificar a existência da gravidade que nos puxa para baixo. Explicou que em todos os locais do universo existe gravidade. Para compreendermos melhor a estrutura do Universo realizámos uma experiência sobre a atração gravitacional e as relações entre os corpos celestes.
              Depois iniciámos uma viagem, do Pavilhão do Conhecimento viajámos até à Lua, que está a cerca de 300 mil km da Terra, depois até à nossa estrela, o Sol que está a quase 150.000.000 km de nós, depois as distâncias tornam-se tão grandes que medem-se a tempo/luz (quanto tempo a luz de um feixe demora a chegar ao destino pretendido).
              Da Terra ao Sol são 8 minutos/luz; do Sol à estrela mais perto de nós - Proxima Centauri - são 4 anos/luz.
              Os alunos foram convidados a desenhar pontos num balão que encheram posteriormente para verificar o aumento de distância entre os pontos, ilustrando assim que o Universo está em expansão, tal como Einstein afirmou há mais de cem anos.
              Os alunos fizeram perguntas sobre a vida do cientista e sobre como considera que o mundo estará daqui a 30 anos. O investigador afirmou que a difusão da tecnologia, da inteligência artificial, muitas profissões que existem atualmente desaparecerão e que devem estudar para serem sempre melhores!

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              PT CV ACV-PT/CV/CV-CF-PT/CV/CV-CF/8-PT/CV/CV-CF/8/4-PT/CV/CV-CF/8/4/266 · Documento composto · 2024-03-07
              Part of Arquivo Ciência Viva

              Os alunos da Escola Básica Infante D. Henrique, os alunos da Escola Básica "O Leão de Arroios"
              e os alunos da Escola Básica Moinhos do Restelo participaram na atividade "Encontro com o
              cientista" com o físico Bruno Gonçalves do Instituto Superior Técnico da Universidade de Lisboa.
              Começou por questionar os alunos sobre o que faz um cientista, enumerando as tarefas que os cientistas realizam.
              Para introduzir o tema da eletricidade estabeleceu um diálogo com os alunos inquirindo-os sobre o que é a eletricidade, qual a sua utilidade e formas de gerar eletricidade, como a eólica, solar, fóssil, hidroelétrica e nuclear.
              E como será possível obter energia nuclear? Através de plasma. 99% da energia do universo é plasma, consegui-lo é como aprisionar uma estrela na Terra. Construir uma máquina de produção de plasma é como montar blocos de lego, começamos com uma caixa em forma de Donut, depois criamos campos magnéticos com imanes que aprisionam o plasma, depois muitas camadas de ferro e mais imanes. O ITER é a máquina que aprisiona a energia das estrelas (plasma) na Terra, (reator internacional termo nuclear), uma estrutura de 2600 toneladas baseado na tecnologia do Tokamak.
              Esta máquina funde a 150 milhões de graus, bem mais que a temperatura do sol que é 5499 graus centigrados. O projeto ITER é uma experiência destinada a atingir a próxima fase na evolução da energia nuclear, como meio de produzir eletricidade isenta de emissões.
              Esta forma de energia é bem mais limpa que a energia fóssil, se pensarmos que produzir energia para a cidade de Lisboa seriam necessários 4 000 000 litros de carvão e 250 000 de petróleo, e apenas 60 kg de energia de fusão nuclear!

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              PT CV ACV-PT/CV/CV-CF-PT/CV/CV-CF/8-PT/CV/CV-CF/8/4-PT/CV/CV-CF/8/4/267 · Documento composto · 2024-03-14
              Part of Arquivo Ciência Viva

              Os alunos da Escola Básica Sampaio Garrido, os alunos da Escola Básica Maria da Luz de Deus Ramos e as crianças da Escola Básica Jardim de Infância do Lumiar participaram na atividade "Encontro com o cientista" com o geólogo Pedro Ferreira do Laboratório Nacional de Energia e Geologia (LNEG).
              O cientista veio falar da Antártida e da sua experiência nesse continente.
              Apresentou-se como geólogo que estuda as rochas para construir mapas geológicos. Para fazer esse estudo necessita de três objetos: um GPS, uma bússola e um martelo, necessário para partir as rochas e analisar o seu interior.
              Com o intuito de estudar as rochas foi para a Antártida - continente que fica no Polo Sul e que é 152 vezes maior que o nosso país. Este continente não pertence a nenhum país, segundo a convenção da Antártida de 1959 e reafirmada em 1991 por mais 41 anos.
              Este continente tem condições climáticas extremas, durante 6 meses é sempre dia, nos outros 6 meses é sempre noite. Na Antártida está muito frio, a quantidade de gelo no interior pode atingir a extensão de 4,5 km de largura e no litoral 2,5 km, tem um clima seco e muito ventoso, em média com ventos de 100 km/h e nalgumas regiões do interior atingem os 330 km/h. A temperatura no interior ronda os -57º o e no litoral entre -26º a -3º.
              O Cientista afirmou que 70% da água doce do planeta encontra-se na Antártida em forma de gelo, se o aumento da temperatura do planeta continuar o nível da água do mar poderá subir 60 metros.
              Este continente existem 70 bases de vários países, e zonas em que apenas alguns cientistas podem aceder, de acordo com o tema da sua investigação.
              Os alunos tiveram a oportunidade de conhecer algumas dessas bases e as suas peculiaridades, como por exemplo: na base Chinesa cultivam-se vegetais como alface, tomate e pepino no sistema de hidroponia e na Chilena existe um hospital e uma igreja. Existem regras apertadas para fazer ciência em segurança: os cientistas não podem fazer o trabalho na natureza sozinhos, todos têm formação em primeiros socorros, as comunicações fazem-se com recurso a walkie talkies, e a roupa que vestem é sempre em camadas e quando saem de barco vestem um fato especial que permite a sobrevivência na água durante 30 minutos até serem resgatados. Em caso de tempestade é proibido sair da base.
              A Flora da Antártida é composta por líquens e musgos e a fauna é diversa: pinguins, focas, leões marinhos, skuas, andorinha do Ártico.
              O aumento do turismo na região constitui uma ameaça à preservação dos ecossistemas da Antártica, sendo de extrema importância minimizar a presença humana.
              Os alunos assistiram um vídeo de orcas a caçar uma foca de uma forma nunca antes vista, com estratégia e planeamento.

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              PT CV ACV-PT/CV/CV-CF-PT/CV/CV-CF/8-PT/CV/CV-CF/8/4-PT/CV/CV-CF/8/4/270 · Documento composto · 2024-04-18
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              Os alunos da Escola Básica São João de Deus e da Escola Básica Engenheiro Duarte Pacheco
              e as crianças do Jardim de Infância António José de Almeida participaram na atividade
              "Encontro com o cientista" com o engenheiro aeroespacial Fernando Lau do Instituto
              Superior Técnico.
              O cientista falou com as crianças sobre o que é preciso projetar e construir para ir ao espaço.
              Os alunos tiveram oportunidade de visualizar diversos vídeos como:
              o 1.º voo espacial tripulado comercial (julho 2021) no Virgin Galactic;
              um robot a aterrar num asteroide para recolher minério;
              o lançamento do foguetão Space X de 70 m de altura que descola e aterra na vertical;
              um rover e um helicóptero na superfície de Marte;
              um nanosatélite construído no IST e que vai juntar-se a centenas que existem no espaço;
              a vida dos astronautas na Estacão Espacial Internacional;
              uma aeronave de pequenas dimensões que levanta voo e aterra verticalmente, ideal para pousar no topo dos edifícios.
              Explicou que os engenheiros aeroespaciais concebem e projetam pontes, aviões, naves, satélites e desenvolvem todos os equipamentos que neles se encontram.
              Mostrou um pequeno giroscópio em funcionamento e afirmou que todas as aeronaves possuem um.
              Os alunos quiseram saber porque se tornou cientista e o investigador explicou que ser cientista é aprender algo de novo todos os dias porque há sempre coisas novas a descobrir!

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