As crianças do jardim de infância da Escola Básica 1/ Jardim de Infância de Telheiras e as duas
turmas do 4º ano das escolas básicas Dr. Nuno Cordeiro Ferreira e Padre José Manuel Rocha e Melo participaram na atividade "Encontro com o cientista" com a cientista Ana Sebastião, Diretora do Instituto de Farmacologia e Neurociências da Faculdade de Medicina da
Universidade de Lisboa. As crianças aprenderam o que é um neurocientista, de uma forma bem divertida. Foi feita a seguinte questão às crianças sabiam que tanto humanos como animais têm cérebro? Todos os cérebros são parecidos na forma, apenas o tamanho é que é diferente. Foram mostrados às crianças vários cérebros e aprenderam que até a minhoca tem um. As crianças viram o cérebro de uma ovelha e de um rato. Viram igualmente um modelo de um cérebro humano. Foi explicado às crianças que estas precisam do cérebro para pensar, para se movimentarem, para sentirem emoções, para descobrir, aprender, falar, ouvir...e essas capacidades estão todas dentro do crânio, distribuídas por áreas diferentes. É por isso que tem de se ter certos cuidados. Como sabemos isso? Se colocarmos um ovo numa caixa com água e agitarmos com muita força, o ovo não parte, mas se retiramos a água e agitarmos, o ovo parte. Assim percebemos que é muito importante utilizarmos uma proteção, como um capacete, quando participamos em atividades nas quais corremos o risco de "partir" a cabeça. Foi explicado às crianças para imaginaram que estragavam alguma parte do cérebro.... Lá dentro temos umas células que comunicam umas com as outras através de neurotransmissores. As crianças também fingiram que eram elas a passar massinhas uns aos outros. É uma rede com uma tarefa difícil! Foi explicado às crianças que se colocassem todos os neurónios em fila, ficávam com uma estrada tão comprida que chegava a Barcelona. As crianças também fizeram um jogo em que cada carta era uma célula do cérebro, cada uma com a sua função. As crianças tiveram também a oportunidade de manusear alguns dos instrumentos de laboratório da cientista Ana Sebastião.
Encontro com o cientista
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As crianças do Jardim de Infância da Escola Básica 1/Jardim de Infância da Ameixoeira e os
alunos do 4.º ano das Escolas Básicas 1/ Jardins de Infância de Santa Clara e do Castelo participaram na atividade "Encontro com o cientista" com a engenheira agrónoma Mariana Mota do Instituto Superior de Agronomia.
Nesta sessão a cientista Mariana Mota perguntou às crianças o que é que para elas um cientista, o que investiga? Explicou que os cientistas começam as suas investigações quando têm perguntas às quais não sabem responder. Aliás, foi assim que Mariana Mota decidiu ser cientista e também para poder resolver os problemas que os agricultores tinham nas suas hortas. A cientista referiu às crianças que é uma cientista da bata e da bota. De bata porque trabalha no laboratório e de bota porque trabalha na horta.A cientista explicou que fazer uma horta, é como convidar um amigo para umas férias em nossa casa ou como um animal de estimação, mas sem olhos! Temos de lhes fazer uma caminha, ou seja, colocar terra num vaso; os lençóis, edredom e almofadas são como se fossem as ferramentas da horta; deitá-lo na cama, ou seja, colocar as sementes na terra; de manhã, dar-lhe o pequeno-almoço, ou seja, fornecer os nutrientes através do composto do compostor (cascas de fruta e legumes) e regar perto das raízes (com mangueira ou regador sem desperdiçar água) e se ficarem doentes, devemos de os tratar, ou seja, dar remédios (feitos também de plantas), deixar os insetos comerem os bichinhos que aparecem nas plantas e que provocam doenças, insetos que são parasitas das plantas. A cientista explicou que sempre que se observar joaninhas perto das plantas é muito bom sinal pois são amigas das plantas, protegem-nas das doenças, os insetos são muito importantes nas hortas. Explicou-nos que depois da horta, também se dedica aos legumes e às frutas, a analisar quando estão prontos e saudáveis para consumo. A cientista referiu às crianças que também se fazem análises de DNA às plantas porque só pela cor do fruto não dá para percebermos se está boa para comer e também porque há frutas que não mudam de cor enquanto amadurecem,então a cientista trouxe todo o material necessário para fazer experiências. Sumo de limão, de tomate e de maçã e instrumentos próprios para analisamos a quantidade de açúcar e de vitamina C e quanto têm de firmeza. A cientista Mariana Mota explicou às crianças que o limão é o que tem mais vitamina C, a maçã é a que tem mais açúcar, concluindo que quanto mais açúcar e menor firmeza melhor será para comer. Afinal as plantas são como um amigo que levamos a nossa casa. Devemos tratá-las da melhor forma.