Pavilhão do Conhecimento - Centro Ciência Viva
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As crianças do jardim de infância da Escola Básica de António José de Almeida e de duas turmas
do 4º ano das escolas básicas do Beato e da Quinta dos Frades participaram na atividade
"Encontro com cientista" com o biólogo Francisco Andrade do MARE - Centro de Ciências do
Mar e Ambiente.
A sessão começou com uma pergunta – Porque há icebergs e baleias no mar? O cientista começou por pedir às crianças para olharem com muita atenção para uma imagem que tinha muitos pontinhos, em que um deles era brilhante. Esse ponto brilhante era o Planeta Terra vista a uma distância de 6 000 000 000 km. Entretanto, as crianças foram desafiadas a fazer uma viagem rápida à Terra e observar com muita atenção o caminho (com ajuda de imagens). Foi dito às crianças que o oceano tem 362 000 000 km2 de área, 1 335 000 000 km2 de volume, 3700 m de profundidade média e que é quase ¾ da superfície da Terra. As crianças ficaram a perceber que existe água profunda fria e mais salgada e água superficial quente e menos salgada. Viram o trajeto que a água faz nos oceanos e descobriram que os oceanos poderão ser 1 só. Foi referido que muitos cientistas chamam ao Planeta Terra de Planeta Oceano.O cientista Francisco Andrade disse que o sítio mais profundo do oceano (11 000 m e pressão 1 100 kg/cm2) chama-se Fossa das Marianas e que apenas 12 pessoas a visitaram e que também à Lua foram 12 astronautas.As crianças puderam visualizar uma imagem noturna do Planeta Oceano (Terra) onde puderam ver manchas de luz. Essas manchas de luz eram indicativo da presença de pessoas. As crianças viram que há mais pessoas a viver nas zonas costeiras, pois perto do mar há outras condições e qualidade de vida. O cientista disse que o mar é a razão de haver vida.As crianças participaram numa experiência com o nosso cientista e chegaram à conclusão que a água no estado sólido (gelo), flutua na água líquida, mas o azeite em forma de gelo, desce e o azeite líquido sobe. O cientista falou sobre a baleia-comum. O dono dessa baleia-comum era o cientista. Tinha 16m de comprimento. As crianças viram uma vértebra dessa baleia e conseguiram pegar nela. Era grande e pesada. As crianças ficaram a saber que o maior animal que já existiu, é a baleia-azul. Tem até 30 metros. Fizeram uma outra experiência para testar a viscosidade da água. Tinham 2 berlindes para perceberem qual deles descia mais rápido. Se o berlinde que caia dentro de água ou o berlinde que caia fora de água. O que descia fora da água, descia mais rápido, ou seja, o ar é menos viscoso que a água. As crianças aprenderam que o oceano permite e suporta a vida na terra.
As crianças do jardim de infância da Escola Básica/ Jardim de Infância São João de Brito e os alunos do 4º ano das Escolas Básicas "O Leão de Arroios" e "Actor Vale" participaram na atividade "Encontro com o cientista" com o cientista Bruno Soares Gonçalves do Instituto de Plasma e Fusão Nuclear e
investigador no Instituto Superior Técnico.
O cientista Bruno Gonçalves contou que quando era criança, tinha o sonho de ser astronauta, mas como tinha medo de voar, tornou-se físico de plasma.
Explicou às crianças que um cientista pode fazer muitas coisas: falar para muitas pessoas, aparecer na televisão, escrever livros e construir máquinas esquisitas. Disse ainda que trabalha numa forma de fazer eletricidade amiga do ambiente, ou seja, em formas sustentáveis de energia elétrica, devido ao facto de infelizmente ainda existirem mil milhões de pessoas do planeta que não têm acesso à eletricidade (somos 8 000 000 000 no planeta). O cientista questionou as crianças se conseguíamos viver sem eletricidade? Explicou às crianças que é possível viver sem eletricidade mas a vida tornar-se-ia muito mais difícil. O cientista questionou as crianças sobre o que é a eletricidade, explicando que são eletrões em movimento nos fios ou cabos e de seguida questionou as crianças como é que esta é produzida. Referiu que o vento, a água, o sol, o gás, o carvão,o vapor de água, produzem-na e as baterias (pequenas ou grandes) armazenam-na. Dando como exemplo, as barragens que armazenam água para a sua produção. A produção de energia eólica faz-se através de aerogeradores.
O cientista trabalha com a Fusão Nuclear, ou seja, com plasma (4.º estado da matéria), que é um fenómeno que acontece a cem milhões de graus centígrados. Explicou que a fusão é a energia das estrelas. As crianças observaram a máquina de fusão nuclear e perceberam que para se fazer ciência é necessário trabalhar em equipa.
As crianças do jardim de infância da Escola Básica/ Jardim de Infância São João de Brito e os alunos do 4º ano das Escolas Básicas "O Leão de Arroios" e "Actor Vale" participaram na atividade "Encontro com o cientista" com o cientista Bruno Soares Gonçalves do Instituto de Plasma e Fusão Nuclear e
investigador no Instituto Superior Técnico.
O cientista Bruno Gonçalves contou que quando era criança, tinha o sonho de ser astronauta, mas como tinha medo de voar, tornou-se físico de plasma.
Explicou às crianças que um cientista pode fazer muitas coisas: falar para muitas pessoas, aparecer na televisão, escrever livros e construir máquinas esquisitas. Disse ainda que trabalha numa forma de fazer eletricidade amiga do ambiente, ou seja, em formas sustentáveis de energia elétrica, devido ao facto de infelizmente ainda existirem mil milhões de pessoas do planeta que não têm acesso à eletricidade (somos 8 000 000 000 no planeta). O cientista questionou as crianças se conseguíamos viver sem eletricidade? Explicou às crianças que é possível viver sem eletricidade mas a vida tornar-se-ia muito mais difícil. O cientista questionou as crianças sobre o que é a eletricidade, explicando que são eletrões em movimento nos fios ou cabos e de seguida questionou as crianças como é que esta é produzida. Referiu que o vento, a água, o sol, o gás, o carvão,o vapor de água, produzem-na e as baterias (pequenas ou grandes) armazenam-na. Dando como exemplo, as barragens que armazenam água para a sua produção. A produção de energia eólica faz-se através de aerogeradores.
O cientista trabalha com a Fusão Nuclear, ou seja, com plasma (4.º estado da matéria), que é um fenómeno que acontece a cem milhões de graus centígrados. Explicou que a fusão é a energia das estrelas. As crianças observaram a máquina de fusão nuclear e perceberam que para se fazer ciência é necessário trabalhar em equipa.