Pavilhão do Conhecimento - Centro de Ciência Viva

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              PT CV PT/CV/CV-CF/PT/CV/CV-CF/8/PT/CV/CV-CF/8/4/PT/CV/CV-CF/8/4/216 · Documento composto · 2015-02-27
              Part of Coleção de Fotografias

              A Escola Ciência Viva: EB Eurico Gonçalves e EB das Laranjeiras recebeu a visita de Mário Cachão, professor e investigador de geologia, do Instituto Dom Luiz, da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, para falar da “memória da Terra”. O investigador começou por lançar um desafio aos alunos: tentarem lembrar-se do que tinham feito no dia anterior e no ano passado, para depois referir que a Terra tem memória do que aconteceu há 1 milhão de anos. De seguida fez um exercício, em que cada aluno retirava de uma caixa o número de bagos de arroz correspondente à sua idade. Quando todos os alunos tinham retirado muitos bagos, verificaram que sobravam ainda muitos outros dentro da caixa, que nem se percebia a diferença. Assim é a nossa perceção do tempo – para nós, humanos, um ano é muito tempo, tal como um bago de arroz, mas para a Terra um ano é insignificante, porque se rege por intervalos de tempo muito longos, da ordem dos milhões de anos. Seriam necessários cerca de 10 kg de arroz para ter um milhão de bagos.
              Então explicou que essa memória está presente nas rochas, que são formadas por areias e pequenos grãos de minerais. A geologia, que é a ciência que estuda as rochas e a Terra, permite-nos interpretar essa memória da Terra. Permite-nos saber que há cerca de 120 milhões de anos existia um outro rio na zona que agora é Lisboa, e que esse rio era muito forte e transportava muitas rochas, areias, lamas e minerais.