Encontro com o cientista

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              PT CV PT/CV/CV-CF/PT/CV/CV-CF/8/PT/CV/CV-CF/8/4/PT/CV/CV-CF/8/4/287/PT/CV/CV-CF/8/4/287/2 · Item · 2024-11-14
              Part of Coleção de Fotografias

              As crianças do jardim de infância da Escola Básica/ Jardim de Infância São João de Brito e os alunos do 4º ano das Escolas Básicas "O Leão de Arroios" e "Actor Vale" participaram na atividade "Encontro com o cientista" com o cientista Bruno Soares Gonçalves do Instituto de Plasma e Fusão Nuclear e
              investigador no Instituto Superior Técnico.
              O cientista Bruno Gonçalves contou que quando era criança, tinha o sonho de ser astronauta, mas como tinha medo de voar, tornou-se físico de plasma.
              Explicou às crianças que um cientista pode fazer muitas coisas: falar para muitas pessoas, aparecer na televisão, escrever livros e construir máquinas esquisitas. Disse ainda que trabalha numa forma de fazer eletricidade amiga do ambiente, ou seja, em formas sustentáveis de energia elétrica, devido ao facto de infelizmente ainda existirem mil milhões de pessoas do planeta que não têm acesso à eletricidade (somos 8 000 000 000 no planeta). O cientista questionou as crianças se conseguíamos viver sem eletricidade? Explicou às crianças que é possível viver sem eletricidade mas a vida tornar-se-ia muito mais difícil. O cientista questionou as crianças sobre o que é a eletricidade, explicando que são eletrões em movimento nos fios ou cabos e de seguida questionou as crianças como é que esta é produzida. Referiu que o vento, a água, o sol, o gás, o carvão,o vapor de água, produzem-na e as baterias (pequenas ou grandes) armazenam-na. Dando como exemplo, as barragens que armazenam água para a sua produção. A produção de energia eólica faz-se através de aerogeradores.
              O cientista trabalha com a Fusão Nuclear, ou seja, com plasma (4.º estado da matéria), que é um fenómeno que acontece a cem milhões de graus centígrados. Explicou que a fusão é a energia das estrelas. As crianças observaram a máquina de fusão nuclear e perceberam que para se fazer ciência é necessário trabalhar em equipa.

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              PT CV PT/CV/CV-CF/PT/CV/CV-CF/8/PT/CV/CV-CF/8/4/PT/CV/CV-CF/8/4/287/PT/CV/CV-CF/8/4/287/6 · Item · 2024-11-14
              Part of Coleção de Fotografias

              As crianças do jardim de infância da Escola Básica/ Jardim de Infância São João de Brito e os alunos do 4º ano das Escolas Básicas "O Leão de Arroios" e "Actor Vale" participaram na atividade "Encontro com o cientista" com o cientista Bruno Soares Gonçalves do Instituto de Plasma e Fusão Nuclear e
              investigador no Instituto Superior Técnico.
              O cientista Bruno Gonçalves contou que quando era criança, tinha o sonho de ser astronauta, mas como tinha medo de voar, tornou-se físico de plasma.
              Explicou às crianças que um cientista pode fazer muitas coisas: falar para muitas pessoas, aparecer na televisão, escrever livros e construir máquinas esquisitas. Disse ainda que trabalha numa forma de fazer eletricidade amiga do ambiente, ou seja, em formas sustentáveis de energia elétrica, devido ao facto de infelizmente ainda existirem mil milhões de pessoas do planeta que não têm acesso à eletricidade (somos 8 000 000 000 no planeta). O cientista questionou as crianças se conseguíamos viver sem eletricidade? Explicou às crianças que é possível viver sem eletricidade mas a vida tornar-se-ia muito mais difícil. O cientista questionou as crianças sobre o que é a eletricidade, explicando que são eletrões em movimento nos fios ou cabos e de seguida questionou as crianças como é que esta é produzida. Referiu que o vento, a água, o sol, o gás, o carvão,o vapor de água, produzem-na e as baterias (pequenas ou grandes) armazenam-na. Dando como exemplo, as barragens que armazenam água para a sua produção. A produção de energia eólica faz-se através de aerogeradores.
              O cientista trabalha com a Fusão Nuclear, ou seja, com plasma (4.º estado da matéria), que é um fenómeno que acontece a cem milhões de graus centígrados. Explicou que a fusão é a energia das estrelas. As crianças observaram a máquina de fusão nuclear e perceberam que para se fazer ciência é necessário trabalhar em equipa.

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              PT CV PT/CV/CV-CF/PT/CV/CV-CF/8/PT/CV/CV-CF/8/4/PT/CV/CV-CF/8/4/288 · Documento composto · 2024-11-21
              Part of Coleção de Fotografias

              As crianças do jardim de infância da Escola Básica 1/ Jardim de Infância do Condado e duas turmas da 4.º ano das Escolas Básicas Viscondessa dos Olivais e Paulino Montez participaram na atividade "Encontro com o cientista" com o paleontólogo e geólogo Mário Cachão da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa.
              As crianças foram desafiadas a encontrar fósseis, rochas e minerais, conchas,sementes e cascas.As crianças foram desafiadas usar os cinco sentidos para descobrir as várias características daqueles objetos. As crianças tiveram oportunidade de tocar, pesar, cheirar, ouvir e observar o fenómeno de uma ostra antiga que deixou uma rocha com o seu formato. Foi explicado às crianças que podem ouvir o mar dentro de um búzio vindo de uma praia de águas quentes. Contudo estas foram questionadas se será que era mesmo o mar? Como é que ele entrou para ali?) As crianças conheceram uma rocha que parecia uma zebra ou um código de barras, mas que afinal chama-se Xisto do Ramalhão.
              O cientista mostrou nesta sessão o programa “Rocha Amiga”, em que se estudam as rochas e fósseis desde há 120 milhões de anos atrás. Para as crianças melhor perceberem este número, o cientista recorreu a um exercício em que compara 1 bago de arroz com 1 ano, 10 bagos de arroz com 10 anos, 100 bagos de arroz com 100 anos e assim sucessivamente até chegarmos a 120 milhões de anos. Entretanto as crianças puderam ver, tocar e conhecer uma rocha de cada época: Rio Tropical (120 milhões de anos atrás) – arenitos; Laguna Tropical (100 milhões de anos atrás) - calcário margoso; Mar tropical (90 milhões de anos atrás) - calcário; Vulcanismo (80 milhões de anos atrás) – basalto e Baía Tropical (15 milhões de anos atrás) – biocalcarenito.
              No fim da sessão com uma folha de papel e um lápis as crianças andaram à procura de fósseis. No Pavilhão do Conhecimento foram colocados fósseis no chão e nas paredes. As crianças procuraram, desenharam e analisaram cada um, com ajuda do cientista. Foi transmitido às crianças a necessidade de preservar o Planeta.

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