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              ECV - Encontro com o cientista - Alexandre Cabral
              PT CV ACV-PT/CV/CV-CF-PT/CV/CV-CF/8-PT/CV/CV-CF/8/4-PT/CV/CV-CF/8/4/269 · Documento composto · 2024-04-11
              Parte de Arquivo Ciência Viva

              Os alunos da Escola Básica São Sebastião da Pedreira; da Escola Básica Fernanda de Castro
              e as crianças do Jardim de Infância Engenheiro Duarte Pacheco participaram na atividade
              "Encontro com o cientista" com o físico Alexandre Cabral da Faculdade de Ciências da
              Universidade de Lisboa.
              O cientista Alexandre Cabral iniciou a sua apresentação dizendo que faz “máquinas” que permitem trabalhar a luz na área da Astronomia. Após a nomeação dos astros do Sistema Solar, por parte dos alunos, o cientista mostrou imagens de alguns desses astros revelando a importância do telescópio na captação das imagens apresentadas.
              Conjuntamente com os alunos, enumerou os materiais necessários para construir um telescópio, tais como lentes, espelhos e fibras ópticas.
              O investigador afirmou que o primeiro cientista a criar telescópios foi Galileu Galilei que, no sec. XVI, descobriu nas suas observações as 4 luas de Júpiter.
              A tabela periódica contém todos os átomos que permitem construir tudo. Através do espectro podemos descobrir os elementos de que são constituídos os astros. Quando observamos o espectro do Sol percebemos que existem barras escuras que nos ajudam a identificar os seus constituintes.
              O cientista mostrou um vídeo do trabalho que realizou nos grandes telescópios, situados no deserto de Atacama no México. Este local foi o escolhido para esta implementação, por ser muito seco, o que faz com que o céu seja muito límpido, favorecendo as observações dos astros. Participou na construção e instalação de lentes num telescópio de grandes dimensões, para observar os espetros desses astros.
              Os alunos tiveram a oportunidade de colocar perguntas sobre o Sistema Solar, buracos negros, e até descobriram que no centro da Via Láctea existe um buraco negro tão grande e denso, que nem a luz consegue escapar.
              Os alunos aprenderam que para ser cientista é preciso estudar muito porque os cientistas estão sempre a aprender.

              Ciência Viva - Agência Nacional para a Cultura Científica e Tecnológica (1996)