O fundo da Ciência Viva - Agência Nacional para a Cultura Científica e Tecnológica é constituído pela documentação produzida e acumulada por esta instituição. Do conjunto documental destacam-se os os processos relacionados com o recrutamento de recursos humanos, a atribuição de bolsas de investigação relacionada com o desempenho de funções na Ciência Viva, financiamento de formação de funcionários, propostas e contratos de serviços e equipamentos que atestam a vida administrativa da instituição, bem como os documentos que concernem à comunicação com a tutela e outras entidades, nomeadamente na correspondência geral. O planeamento e controlo de actividades engloba os relatórios e planos de actividades, assim como as actas de reunião da Direcção e da Assembleia Geral. As relações institucionais integram as colaborações e parcerias instituicionais, os pareceres, protocolos e convites.A documentação relacionada com a concessão de apoios é constituída por projectos, apoio a eventos, concursos, pedidos pontuais e apoios não concedidos. Das actividades da Ciência Viva fazem parte os processos relacionados com o Programa Ciência Viva, Ciência Viva no Verão, Ciência Viva nas férias, festivais de cinema, projectos televisivos, a Semana da Ciência e Tecnologia, conferências, Café da Ciência na Assembleia da República, concursos e Escola Ciência Viva. A organização e participação em eventos abrange as séries documentais relacionadas com a participação em projectos nacionais e internacionais, realização de eventos e concursos. A rede de Centros Ciência Viva compreende toda a documentação associada a propostas de criação destes centros, assim como a comunicação com os mesmos, distribuída em subséries dedicadas a cada um dos centros nacionais localizados em todo o território português.
UntitledColeção de fotografias que documentam diversas atividades tais como eventos, exposições, conferências, colóquios ou palestras, festivais, encontros, concursos e projetos criados por ou com o apoio/participação da Ciência Viva.
UntitledInclui a coleção de cartazes que relacionados com diversas atividades tais como eventos, exposições, conferências, colóquios ou palestras, festivais, encontros, concursos e projetos criados por ou com o apoio/participação da Ciência Viva.
UntitledCartaz de divulgação da celebração do Dia Nacional dos Cientistas na imprensa. Neste ano a Ciência Viva associou a comemoração do Dia Nacional dos Cientistas à campanha da União Europeia denominada "Science4EU" como forma de divulgação desta última em Portugal, que tem como objetivo a promoção da ciência na União Europeia.
UntitledAs crianças da educação pré-escolar do jardim de infância do Bairro do Armador e os alunos
do 3.º ano das Escolas Básicas e Jardins de Infância Alice Vieira e Sarah Afonso participaram
na atividade "Encontro com o cientista" com os biólogos Filipe Ribeiro e Diogo Ribeiro do
projeto Life Predator - MARE / ULisboa.
A sessão começou com perguntas simples mas importantes: O que são peixes? E o que é uma
espécie?As crianças descobriram que os peixes vivem na água, respiram com guelras, têm
escamas e barbatanas. Os cientistas explicaram ainda às crianças que uma espécie é um
grupo de peixes com as mesmas características que se reproduzem entre si.
Os cientistas questionaram as crianças se estas sabiam que existem cerca de 30.000 espécies de peixes no mundo.Nesta sessão as crianças ficaram a saber que em Portugal, existem 62 espécies, incluindo algumas muito especiais que só existem cá, como a lampreia, a ruivoca e duas espécies de boga.
Para além disso, os cientistas falaram ainda sobre espécies exóticas e invasoras, como o Silurus glanis — o peixe-gato-europeu, um predador gigante que chegou ao nosso país pelo rio Tejo em 2006.Este pode medir até 2,8 metros e pesar 130 kg. Alimenta-se de quase tudo o que encontra, ameaçando a sobrevivência das espécies nativas.
Filipe Ribeiro e Diogo Ribeiro explicaram que os cientistas trabalham para proteger os rios, ensinando os pescadores profissionais a não devolverem estes peixes à água e desafiaram chefs de cozinha a usarem-nos em receitas saborosas contribuindo para controlar esta ameaça.
A sessão terminou com uma atividade chamada “Encontra o teu par! Invasores à espreita!”, onde as crianças assumiram papéis de biólogos, peixes nativos e invasores. As crianças tinham como opção fugir, procurar ajuda ou capturar os invasores.
Foi ainda transmitido às crianças que uma espécie pode desaparecer com facilidade. Por isso, vamos todos devem contribuir para proteger a biodiversidade dos nossos rios.