O Pavilhão do conhecimento abre portas mais um ano para receber as crianças e comemorar com elas mais um Dia da Criança. Nesse âmbito foram realizadas diversas atividades. No placo do Anfietrato foi levada a cena uma peça de teatro, foi lançado um livro infantil na Biblioteca e decorreram diversas ações que no seu exterior, quer no interior do Pavilhão: bolas de sabão, carrinho da "ciência frequisha, feitura de pipocas, escavações.
Conjunto de documentação sem número de processo, relativamente à exposição Era uma vez…Ciência para quem gosta de histórias, patente no Pavilhão do Conhecimento de Outubro de 2013 a Maio de 2014. Contém: guiões de atividades relacionadas com a exposição; conteúdos explicativos e legendas dos módulos; artigos científicos.
UntitledAs crianças da sala amarela do Jardim de Infância Paulino Montez (Agrupamento de Escolas Piscinas - Olivais),participaram no “Encontro com a Cientista” Maria Adelaide Ferreira.
As crianças do E.B. Nº 72, EB Ressano Garcia e JI Professor Mestre Arnaldo Louro de Almeida receberam na rubrica "Encontro com o cientista" o cientista Francisco Andrade.
Os alunos da Escola Ciência Viva do Pavilhão do Conhecimento mergulharam com o investigador Francisco Andrade no nosso maravilhoso “Planeta Oceano”. É verdade, quando olhamos a Terra vista do espaço percebemos que ¾ do planeta são água. Os alunos do 1.º ciclo da Escola Básica Professora Aida Vieira fizeram tantas descobertas e experiências que ficaram aptos a falar “oceanês”. Observaram a vertebra de uma baleia, misturaram gelo com azeite, sentiram tudo fica mais leves dentro de água.
Os alunos da Escola Ciência Viva: escolas EB dos Coruchéus e EB Bairro do Armador receberam no “Encontro com o Cientista”o investigador Francisco Andrade e falaram sobre a saúde do oceano. Será que Terra é o nome adequado para o nosso planeta? Uma foto tirada pela sonda Voyager mostra que aquela parece um ponto azulado visto do Espaço. Também imagens da NASA revelam um grande “berlinde azul”. Conclusão: o nosso planeta é moldado pela magia única da água!
Mostrando aos alunos a vértebra de uma baleia, o cientista revelou que a maior que existe tem cerca de 30 metros, ao passo que o elefante, o maior ser que vive fora de água, só tem três metros. Para que a baleia pudesse viver fora de água, não poderia ser tão grande porque o ar não seria suficiente para sustentar o seu peso. Partilhou também alguns objectos que encontrou nas águas do Estoril, como cotonetes e embalagens. Nada disto foi produzido no mar! O problema é que o plâncton mistura-se com os micro-plásticos e é alimento de várias espécies, acabando por provocar a sua morte. A mensagem que Francisco Andrade deixou aos alunos é que cabe a todos fazermos a diferença com as nossas acções. Afinal, o oceano é o futuro.
Os alunos do 4.º ano da ECV: EB Quinta dos Frades e EB Arq. Victor Palla tiveram a sua primeira aula na Faculdade onde foram recebidos pelo investigador João Duarte. Para além de uma palestra sobre o trabalho do investigador no anfiteatro da FCUL, os alunos ainda visitaram um laboratório no Instituto Dom Luiz. Aprenderam como se forma uma onda tsunami, tiveram ainda a oportunidade de "gerar um sismo" e de treinar procedimentos de segurança em caso de sismo numa plataforma sísmica.
João Vieira Rodrigues foi o convidado do Encontro com o Cientista e os alunos da Escola Ciência Viva: EB Arco-Íris ficaram a conhecer o trabalho do biólogo marinho e fotojornalista. Estuda os animais e como fotojornalista conta histórias felizes, e outras vezes tristes, que incentivam as pessoas a proteger o oceano. Já fez belas imagens de cavalos marinhos, tartarugas, golfinhos, tubarões, baleias e raias. Mas, por vezes, tem de fotografar momentos mais tristes e de sofrimento para os animais. O mais importante é que o trabalho do “foto-biólogo-marinho” João Rodrigues contribuiu para divulgar e ajudar a preservar os oceanos.
Luís Guerreiro foi o convidado do Encontro com o Cientista. O investigador em Engenharia Sísmica começou por perguntar aos alunos da Escola Ciência Viva: EB Luíza Neto Jorge e EB Parque das Nações se sabiam o que é que os engenheiros civis fazem. Através de um desenho de uma cidade, os alunos chegaram à conclusão que estão presentes em vários campos. O engenheiro tem de transformar em realidade o que o arquitecto imaginou. Tem de construir novos caminhos, imaginar novas formas de construir (usando drones, por exemplo), testar novos materiais (mais leves, como os plásticos e as fibras de vidro) ou perceber os antigos.
O que se faz com uma pilha, clips de escritório, um fio de cobre, um íman e uma seringa? O físico Pedro Brogueira foi o convidado do Encontro com o cientista e deixou os alunos da Escola Básica O Leão de Arroios elétricos com todas as experiências que realizaram recorrendo a “utensílios” muito simples.
São inúmeros os fenómenos de física que acontecem à nossa volta e dos quais nem nos apercebemos. O investigador Pedro Brogueira explica: “A física e a tecnologia olham para as diferentes áreas da natureza, tentam perceber como funcionam e de seguida criam aplicações que melhoram a nossa vida"". Como a internet, os computadores e as câmaras de vídeo que permitiram que uma parte da turma acompanhasse este Encontro com o Cientista a partir de casa.