O dia do Sol foi celebrado com o físico Carlos Fiolhais, que explicou-que o sol emite radiações. Algumas conseguimos ver e outras não , por exemplo: infravermelhos. Mostrou um laser e, com uma nuvem de giz, foi possível observar a sua trajetória. Sem sair da sala os alunos conseguiram observar um arco-íris. Para isso utilizaram uma fonte de luz incandescente, um espelho e água de forma a decompor a luz, vendo as cores separadas. Usando o disco de Newton observaram que se juntarmos todas as cores se obtém o branco. No final, mostrou aos alunos das escolas EB Bº S. Miguel e EB António Nobre como se pode fazer um pião de Newton. Uma sessão cheia de luz e sombras.
Os Professores Manuel Paiva e Carlos Fiolhais estiveram à conversa com os alunos da Escola Ciência Viva - EB1/JI Mestre Arnaldo Louro de Almeida e EB1 St.º António na exposição European Space Expo, que estave patente na Praça do Comércio, em Lisboa.
Entre as várias questões levantadas, os investigadores procuraram explicar aos ouvintes, o que é a imponderabilidade e porque é que os astronautas flutuam no espaço. Para esta abordagem, os oradores socorreram-se de exemplos práticos, como deixar cair um porta-chaves ou atirá-lo com alguma força, convidando os presentes a descreverem o que viram e refletirem sobre os fatores que influenciam estes acontecimentos. Entre os vários comentários, uma observação recorrente foi o “peso” das chaves como motivo para a sua queda. Manuel Paiva aproveitou para explicar que peso e massa são dois conceitos diferentes, para logo de seguida avançar com a seguinte questão: “Porque é que as coisas não caem no espaço?” Começou por dizer que o peso de um corpo é a força com que a Terra o atrai, o que significa que pode variar de lugar para lugar, enquanto a massa é uma constante que representa a resistência ao movimento. Para exemplificar o que estava a dizer convidou um dos participantes a empurrar um colega e o Professor Carlos Fiolhais e a eleger a situação em que foi preciso aplicar mais força. No espaço não há peso, ou seja, os astronautas e todos os outros corpos flutuam no espaço porque não têm peso.
Carlos Fiolhais visitou a Escola Ciência Viva no “Encontro com um Cientista” e os alunos das escolas EB Paulino Montez e EB Adriano Correia de Oliveira aprenderam uma mão-cheia de coisas novas sobre a flutuabilidade dos objetos, através de exemplos práticos com maçãs, batatas, um barco e até um patinho de borracha – porque a ciência pode ser muito divertida.
No dia em que ocorreu um eclipse parcial do Sol, o investigador Carlos Fiolhais veio “trazer luz” à Escola Ciência Viva.
Através de várias experiências com um candeeiro em que a luz era projetada num quadro demonstrou como ocorre um eclipse. Com a mesma fonte de luz os alunos das escolas EB S. José e EB Mestre Querubim Lapa puderam experienciar fazer um teatro de sombras em que as personagens foram arbustos, cães, nuvens, etc.
No “Encontro com o Cientista” o convidado foi o físico Carlos Fiolhais, conhecido divulgador de ciência. Aos alunos das escolas EB1 Manuel Teixeira Gomes e EB1 Gaivotas explicou que o trabalho do cientista implicava: pensar em muitas coisas, fazer muitas perguntas, falar com muita gente, refletir sobre muitas ideias mas, sobretudo, “fazer experiências para descobrir coisas”. As perguntas são importantes porque temos de ter uma ideia antes de fazer a experiência, mas só obtemos respostas depois de experimentar; "para termos a certeza fazemos a experiência”, disse Carlos Fiolhais.
O cientista Carlos Fiolhais veio à Escola Ciência Viva fazer várias experiências sobre a densidade. Numa tina com água, e com ajuda dos pequenos cientistas, testou diferentes materiais para ver se afundavam ou flutuavam. Colocou uma maçã e uma batata de tamanhos semelhantes: a batata afundou e a maçã flutuou. Mesmo cortando a batata em pequenos pedaços, estes continuavam a afundar. Para espanto dos alunos, observaram um melão a flutuar, uma nêspera e uma cereja, apesar de serem mais pequenas, afundaram. Os pequenos cientistas aprenderam que o tamanho não importa, o que interessa é a densidade.