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PT/CV/PC · Corporate body · 1999

O Pavilhão do Conhecimento – Ciência Viva é um espaço de divulgação científica e tecnológica e situa-se no edifício que, durante os 132 dias da EXPO´98, foi um dos mais emblemáticos pavilhões temáticos - o Pavilhão do Conhecimento dos Mares. Durante da Exposição Internacional de Lisboa os visitantes puderam fazer uma viagem de exploração pelos mares na sua perspetiva história, técnica e humana tendo estado exposto na nave central um barco dos estaleiros de São Jacinto.
O Pavilhão do Conhecimento dos Mares, com projeto arquitetónico do atelier J.L. Carrilho da Graça e com conceção expositiva do atelier ARX Portugal, foi, com os seus 2.543.914 visitantes, um dos mais visitados da EXPO´98.
A 24 de Março de 1999, nos termos da Resolução do Conselho de Ministros nº 68/98, de 9 de Junho, publicada no Despacho n.º6060/99, Diário da República, II Série, n.º 70 de 24 de Março de 1999, foi decidida a afetação do Pavilhão do Conhecimento à instalação de um espaço de divulgação de ciência e tecnologia. A 25 de Julho desse ano reabre as portas ao público como Pavilhão do Conhecimento. A 27 de Maio de 2002, a alteração parcial dos estatutos da Ciência Viva, publicada no Diário da República, III Série, nº158, de 11 de Julho de 2002 confere-lhe nova morada, passando a sua sede para o Pavilhão do Conhecimento.

PT/CV/CV/120 · Corporate body · 1926

Com origem no Real Museu de História Natural e Jardim Botânico, criado na segunda metade do século XVIII, na Ajuda (Lisboa), foi depois alojado na Real Academia das Ciências e finalmente transferido para a Escola Politécnica (1858), tomando primeiro a designação de Museu Nacional de Lisboa (1861).
Em 1911, com a criação da Universidade de Lisboa, o Museu foi declarado estabelecimento anexo à Faculdade de Ciências,passando a designar-se Museu Nacional de História Natural em 1926."

Aquário Vasco da Gama
PT/CV/CV/169 · Corporate body · 20 de maio de 1898

Inaugurado a 20 de maio de 1898, entregue à Marinha Portuguesa em 1901. Ligado ao início da divulgação da vida aquática no nosso país, o seu património histórico valorizou-se com o legado da Coleção do Museu Oceanográfico D. Carlos I, em 1935.